segunda-feira, 26 de março de 2012

Apenas curtas para recuperar o fôlego

Com silicone?

A ida aos supermercados no último final de semana provocou calafrios. O quilo do peito de frango que na semana retrasada podia ser encontrada por cinco ou seis reais saltou para nove ou dez. Pela embalagem deu para ver que os abatedouros são da região. Como a elevação do preço saltou assustadoramente ficamos imaginando que as empresas não só abateram e transformaram os frangos para o consumo. Dá impressão que também implantaram silicones nos peitos dos frangos.

E a cerveja?

Encontramos num supermercado uma daquelas marcas que ninguém compra. Estava por um real e trinta e nove centavos a lata de 473 ml. Baratíssimo! O jeito foi levar algumas para casa e beber fazendo de conta que era a outra de um real e oitenta e nove centavos. E no fim deu na mesma. Refrescou, aqueceu, empaturrou e deixou o almoço de domingo zonzo. Horas depois o líquido foi evacuado no vaso sanitário. Por um preço mais em conta.

Longa vida é?

Pelo jeito não. Na semana retrasada havia promoção: um e trinta e nove a unidade integral, semidesnatada ou desnatada. Na semana passado só se achou por um e quarenta e nove, na promoção. Nem as vacas se empenhando contra a carestia.

Falando em carne...

Preço indigesto. O aumento ocorre da noite para o dia e está lembrando aquele período das remarcações. Num tradicional supermercado de Londrina, onde raramente ocorre distorção entre o preço da prateleira e do sistema eletrônico, que vai nos caixas dos estabecimento, este final de semana percebemos dois erros. O feijão vermelho anunciado por três e dezenove por meio quilo estava registrado no sistema por três e noventa e nove. O sorvete de determinada marca, na promoção anunciada por oito e noventa e oito, estava registrado no sistema por nove e noventa.

Fique atento

Cuidado! Como as remarcações são agora diárias, nem sempre os preços etiquetados conferem com os preços registrados no sistema. Você pega um produto de um e noventa na prateleira por causa da etiqueta velha que não foi trocada e no sistema, já atualizado, o mesmo produto está por mais. Nesse caso o consumidor tem o Código para protegê-lo. Mas habitue-se a conferir a nota eletrônica que discrimina os produtos e os preços antes de sair do estabelecimento.

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